Tg-Doxa - Professor Tiago Lacerda
Filosofia, Sociologia e Direito





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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Escritores da Liberdade


Este post será a base para a publicação dos comentários sobre o filme que assistimos em sala e que será utilizado como escopo de nossas reflexões. Aguardem a orientação para saberem como será feito tal trabalho.

44 comentários:

Anônimo disse...

Nome:Silvia Ap. de Souza N°50 Turma:1°A RH


ESCRITORES DA LIBERDADE

O filme conta a história de uma professora que vai dar aula em uma escola num bairro pobre, onde os alunos eram problemáticos e vistos como marginais.
A professora chega cheia de expectativas no seu 1°dia de aula,mas o que ela se depara é com a dura realidade: violência, desmotivação , indisciplina e discriminação, sua turma eram formadas por alunos de várias etnias, vinda de uma realidade social violenta, boa parte pertencia as gangues e de famílias desestruturadas, traziam consigo o estigma de exclusão dentro e fora da escola.
As aulas foram acontecendo, e conforme se passavam os dias, a SrªErin tentava arrumar maneiras de se aproximar dos alunos e com essa aproximação, ela ia conquistando a confiança de cada um, aos poucos ela foi buscando meios de envolvê-los, relacionando os conteúdos a realidade no qual os jovens estão inseridos, elaborou aulas dinâmicas, utilizando músicas, jogos, a fala dos alunos e a literatura.
A SrªGruwell criou um projeto de leitura e escrita, iniciada com o livro "O Diário de Anne Frank", e entrega a eles um caderno para que possam utilizar como um diário, onde registrarão tudo o que acontece ou aconteceu em suas vidas.
Através desse projeto os alunos deram um salto qualitativo no processo de ser construtores de conhecimento e de sua própria história.As produções feitas pelos alunos resultaram em um livro intitulado "O Diário dos Escritores da Liberdade" e que foi lançado em 1999 nos Estados Unidos.
O filme é excelente, eu adorei, acho que todos que assistirem vão se encantar com a comovente história baseada em fatos reais.
É emocionante, porque fala da história de uma professora que amava a profissão, e se deparou com jovens que eram considerados perdidos, mesmo assim ela não desistiu em momento algum, pelo contrário conseguiu fazer com que eles enxergassem que eram pessoas do bem e tendo uma nova visão do mundo.
Foi bonito o modo como a professora lutou para conquistar os alunos e como eles lutaram para que a professora continuasse com eles.
Nunca desistir, lutar até o fim, ter liberdade de expressão e opinião é o que o filme Escritores da Liberdade nos mostra.

Anônimo disse...

Colégio Dirce Celestino de Amaral
Nome: Franciele Inácio
Série: 1ºA Turma: RH nº 15
Professor (a): Tiago Lacerda
Disciplina: Direito e Ligislação do Trabalho

Escritores da Liberdade

Tudo começo quando uma professora entra na escola onde estuda os alunos os alunos que foram presos ou estava no reformatório, mas a SrªGruwell estava a desposta ajuda-los ela e a unica que acreditava nesses alunos, comesou a compra os livros e outros materiais com seu próprio dinheiro sem ajuda de ninguem da escola.
Com passar os tempo ela começa a conhecer melhor seus alunos e começam a se entender ela leva todos eles para conhecer outras pessoas até a mulher que ajudou Anne Frank fugir, e outras pessoas que fazia parte do mundo deles e eles não conheciam, todos eles se emocionario muito.
Os alunos faziam parte de gangues e viviam num mundo todo errado por mecher com assalto, armas e drogas etc.
A SrªGruwell começo a conhecer cada um deles atraves dos seus diarios que ele deu para cada dia eles escrever suas história, ela consegui fazer suas historias, ela consegui fazer que todos seus alunos lisse um livro.
Tosos elesse formarãoe ela consegue ter uma sala modelo, eles aprenderão a ter valor na vida e lutar por justiça...

Critica

E que ninguem acreditava que uns negros, pobre tinha futuro, mas a SrªGruwell tinha outra visão ela sabia que podia acredita neles e ela fez toda a diferença onde não tinha nenhuma luz ou solução e ela consegui fazer essa luz brilhar.

Aline Oliveira disse...

Aline Oliveira, n°07 - 1°A Log.


ESCRITORES DA LIBERDADE

Já de início o filme, aborda os ideais de uma professora recém-formada a procura de fazer a diferença. Acreditando que a mudança deve ser feita ali na sala de aula. assume uma turma de alunos problemáticos de uma escola que não está interessada a investir ou mesmo acreditar naqueles alunos, sentindo logo de cara a desproporção.
Sento toda esta problematica , desigualdades sociais, racismo, desemprego, desestrutura familiar;
intolerância ao que é diferente, e etc.
Em seu primeiro dia de aula, a professora Erin Gruell vê a realidade da sala de aula em que os alunos não se importavam com o conteúdo da aula, davam as costas e conversavam entre si, mas ela continuava insistindo, mas eles ainda tinham resistências e reagiam com desconfiança e agressividade.
Suas iniciativas para conseguir quebrar as barreiras encontradas na sala de aula vão aos poucos resultando em frustações, abalando sua vida pessoal.

Apesar de muitas vezes apresentar desânimos nas chances de um resultado positivo no trabalho com aquele grupo, Erin não desiste, levanta a cabeça e segue em frente acreditando que é capaz mesmo estando sozinha nesta luta.
Erin consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos independente da cor, da pele, da origem étnica, da religião etc., e que eles tem que acreditar neles mesmos.
Assim a professora resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a permissão da diretora do colégio. Entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares.
Passando um tempo, os alunos vão se dedicando em seus diários e trocando experiências de vida, passam a conviver de forma pacifica, superando problemas em suas próprias rotinas. Assim, eles reuniram seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, após uma série de dificuldades.

Reflexão::
Muitas vezes a realidade difícil que alguns vivem em casa, fazem com que eles procurem uma solução nas ruas e lá se metem em situações brutais, tipo, gangues como no filme.

Esta realidade está em nossa sociedade, no mundo. pessoas com as mentes travadas pelos absurdos causados e por não acreditarem mais em si mesma e até por acharem que ninguém acredita, eles continuam a praticar o mal. Até que num momento aparece uma pessoa especial e, os fazem sentir especiais, capazes e acreditarem na mudança.

Anônimo disse...

Nome: Luana Chaves Oliveira Nº35
Turma: 1ºANO - RH.A

ESCRITORES DA LIBERDADE

No filme escritores da Liberdade relata de forma assustadora a estrutura escolar educacional e social abrangente em um sistema de desigualdades e injustiças. Onde pessoas são submetidas a uma vida precária, e um processo de integração mal estruturado, ou seja, sem uma estruturação de interação entre os alunos, pois os mesmos possuem etnias distintas, porém muitos iguais entre si. Além disso, o filme atinge vários outros fatores, como a desestrutura familiar de cada um; o racismo é outro forte fator; desigualdades nas classes sociais; Políticas públicas sem uma função de fato; intolerância ao que é diferente, gerando com isso a exclusão social. A desigualdade fica exposta claramente quando o sistema separa os ditos inteligentes dos considerados problemáticos, sem de fato analisar a capacidade de cada aluno.
A ajuda veio de uma professora novata, fazendo os alunos interagirem, mostrando o quanto são parecidos entre si. Assim viram que todos ali presentes, passaram por situações delicadas, que a vida de cada um, não era fácil, apesar de pertencerem a etnias distintas. Ela conquistou o respeito e admiração dos alunos. A professora mostrou que todos enfrentaram coisas e que deveriam lutar, acreditar em si, todos tinham a chance de se formar e conquistar um futuro com o próprio esforço. A professora entregou diários para eles escreverem diariamente sobre suas vidas.
Como último projeto, os alunos juntaram seus diários em um livro como Anne Frank. Conseguiram que um empresário doasse 35 computadores para poderem trabalhar, pois eles tinham uma coisa à dizer para as pessoas, não eram mais garotos de uma turma, eram escritores, com suas próprias vozes, com suas próprias histórias e com isso o livro seria uma coisa que deixariam para os outros, não importava caso ninguém leia, eles saberiam quem realmente eram. E com isso eles viram que importavam, mesmo que só para eles mesmos, e isso não esqueceriam. E o título era algo para chamarem à eles próprios. O diário dos Escritores Da Liberdade.
O livro foi lançado em 1999 nos Estados Unidos.
Contudo, no filme em questão mostra o papel fundamental da professora, pois a mesma conseguiu desenvolver um processo genuíno de aprendizagem para os alunos. Métodos inovadores e diferentes abordando cultura e conhecimento para todos. Apesar das dificuldades, a professora não desistiu, ela acreditou em cada um presente ali, e isso foi motivador. É um filme emocionante que nos faz pensar em vários fatos de nossa própria vida, realmente gostei muito, pois é muito bonito ver pessoas que já não tinham fé na vida, olharem tudo por uma perspectiva diferente e com isso crescer, evoluir para uma novo caminho de esperança, acreditando num mundo melhor.

Anônimo disse...

NOME: JULIANA DA SILVA LOPES Nº 27 1º RH
RESENHA DO FILME : ESCRITORES DA LIBERDADE
O filme conta a história da professora Erin Gruiu que começa a lecionar em uma turma de alunos problemáticos que são divididos em gangues e etnias e tenta ajuda-los, mesmo não contando com a ajuda dos outros professores e da direção da escola.
Erin Gruwell começou a fazer algumas atividades com que os alunos se identificassem e terem maior interesse pelas aulas. Ela criou um projeto para que seus alunos lessem “O Diário de Anne Frank” e que, após a leitura, fizessem seu próprio diário, contando tudo que quisessem: seus sentimentos, pensamentos, o que já havia se passado na vida deles, o que sonhavam. Ao ler os diários, Erin reforçou a ideia de não desistir de seus alunos e como a escola não emprestaria nenhum livro a eles, ela arrumou um segundo emprego para comprar os livros e depois um terceiro emprego para pagar as viagens culturais.
Depois que os alunos leram o livro “O Diário de Anne Frank”, ela pediu que eles escrevessem uma carta para a mulher que protegeu Anne Frank. Os alunos ficaram empolgados e arrecadaram fundos para pagar as despesas da mulher.
Os alunos uniram suas histórias e fizeram um livro. A professora Erin conseguiu fazer com que eles mudassem e respeitassem todos, independentemente da cor, da pele, da origem étnica ou da religião.
CRÍTICA :
O filme escritores da liberdade traz na sua essência o resgate e a valorização da Educação, é possível ser um educador sem ser um ditador, é um filme de fácil entendimento e que acarreta significativas abordagens no seu contexto, percebendo na educação uma forma de autonomia e que com a cultura e conhecimento têm-se bases para que o mundo seja melhor e mais digno para todos.

Anônimo disse...

Fernanda Amaral N°20 1°A log
ESCRITORES DA LIBERDADE

O filme trata de um assunto existente em nossa sociedade nos dias atuais.
Pessoas que são descriminadas por causa de sua cor, raça, religião ou classe social.
Mas ai entra em cena uma professora recém-formada, motivada e disposta a dar o seu melhor em sua profissão, onde aceita dar aula para uma turma rebelde, que tem um histórico nada bom e, por serem assim não ganham muita atenção da instituição.
No primeiro dia de aula a professora já nota a discriminação com a “turma problema”, ela passa por uma sala toda organizada e quadro negro novo, e logo a diante ela se depara com uma sala toda bagunçada com carteiras riscadas e móveis antigos, por não acreditarem no potencial daqueles alunos, eles eram tratados com indiferença.
Seus primeiros dias de aula não foram nada fáceis, os alunos faziam o que bem entendiam, riam dela, não prestavam atenção nas aulas, não davam a mínima para o que ela dizia.
Até que ela resolveu mudar seu método de ensino, embora não tivesse apoio nenhum da diretoria. Para induzir os alunos a participarem das aulas, ela entregou um caderno para cada aluno, para que escrevessem diariamente os acontecimentos de sua vida, e todos os dias ela lia seus diários e assim pode conhece – lós melhor.
Tentou pegar livros na biblioteca do colégio para que os alunos conhecessem as histórias de Anne Frank, mas foi uma tentativa sem sucesso, foi ai que ela decidiu arrumar um segundo emprego e, depois um terceiro para disponibilizar esses livros aos seus alunos.
Com isso os alunos começaram a se conhecer melhor, se interagiam em sala coisa que não faziam antes e, embora entre eles mesmo haviam discriminação e gangues, eles tinham tantas coisas em comum e eles nem imaginavam.
A professora Sr. Gruwell, continua mostrando um novo mundo, uma nova realidade com viagens culturais, de uma maneira que aqueles alunos nunca haviam visto. Com essas mudanças, começaram a se sentir motivados, e a pedido da professora G, os alunos escrevem cartas comentando sobre o que achara dos livros, ai surge a ideia de mandar essas cartas para Miep Gies, a mulher que havia protegido Anne Frank, em seguida arrecadaram dinheiro e arcaram com toda as despesas da viagem para que ela viesse até o colégio, contar para eles sobre sua vida. Mas toda essa dedicação que a Sr G tinha com seus alunos, lhe custou seu casamento.
Os alunos ficaram revoltados ao saber que teriam a Sr. G como professora no terceiro e quarto anos. Mas ela tinha um último projeto, pediu para que juntassem seus diários em um livro, como a Anne Frank, ela conseguiu com o empresário John Tu doasse 35 computadores para que pudessem trabalhar. Ela disse que eles tinham uma coisa para dizer para as pessoas, que não eram mais apenas garotos de uma turma 203, eram escritores com suas próprias vozes e histórias.
Os alunos lutaram e conseguiram com o Conselho Educacional permissão para Sr. G continuar os lecionando, para sua surpresa e da diretora.
O Diário Dos Escritores Da Liberdade foi publicado em 1999

O filme nos ensina a nunca desistir de nossos objetivos.

Aleciani leal disse...

Aleciani, n° 41 1log A

ESCRITORES DA LIBERDADE

No filme, a professora Erin Gruwell assume uma turma de alunos problemáticos de uma escola que não está nem um pouco disposta a investir ou mesmo acreditar naqueles garotos. No começo a relação da professora com os alunos não é muito boa. A professora é vista como representante do domínio dos brancos nos Estados Unidos. Suas iniciativas para conseguir quebrar as barreiras encontradas na sala de aula vão aos poucos resultando em frustações.
Apesar de muitas vezes apresentar desânimos nas chances de um resultado positivo no trabalho com aquele grupo, Erin não desiste, levanta a cabeça e segue em frente. Mesmo não contando com o apoio da direção da escola e das demais professoras, ela acredita que há possibilidades de superar as mazelas sociais e étnicas ali existentes. Para isso cria um projeto de leitura e escrita, iniciada com o livro “O diário de Anne Frank" em que os alunos poderão registrar em cadernos personalizados o que quiserem sobre suas vidas. Ao criar um elo de contato com o mundo Erin fornece aos alunos um elemento real de comunicação que permite ao mesmo se libertar de seus medos, anseios, aflições e inseguranças.
Erin consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos independente da cor, da pele, da origem étnica, da religião etc.

Anônimo disse...

COLÉGIO ESTADUAL PROFª DIRCE CELESTINO DO AMARAL-EFMP
TECNICO EM RECURSOS HUMANOS
DIREITO E LEGISLAÇÃO DO TRABALHO
PROFº:TIAGO LACERDA
LISLAINE GEREMIAS ANDRADE PEREIRA Nº34
ESCRITORES DA LIBERDADE
O filme “Escritores da Liberdade” aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin, que entra como novata em uma instituição de “ensino médio”, a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados “turbulentos”, inclusive envolvidos com gangues.
Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro “O Diário de Anne Frank”, com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a qual muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar.
Com o passar do tempo, os alunos vão se engajando em seus escritos nos diários e, trocando experiências de vida, passam a conviver de forma mais tolerante, superando entraves em suas próprias rotinas. Assim, eles reuniram seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, após uma série de dificuldades.

CRITICA
O filme relata uma realidade,pois na nossa sociedade acontece isso, onde não só em colégios mas em vários outros lugares, as pessoas são desacreditadas de seu potencial, e através do filme podemos ver que mudanças acontecem,e que somos capazes de atingir nosso objetivos.

Anônimo disse...

Danielli Aparecida da Silva n° 9 1°RH

Alguém que pensa na formação mas, como um todo,não como algo programado cheio de limites,mas mostra preocupação com o ser humano,com o que todos tem de melhor e podem ser de melhor, simplesmente mostrar a eles que são capazes de mudar os caminhos que estão percorrendo,e que estão deixando seus corações amargurados e perdendo o brilho da vida,é difícil mesmo ver luz quando tudo em nosso arredor parece não ter solução, só se vê tragédias,onde mais se perde do que ganha, acaba se criando um mundinho para nos alto se defender e se refugiar,e assim deixar nos levar pelas nossas próprias forças,mesmo sabendo que é limitada.
Uma professora que quer mostrar para seus alunos que eles podem,mas para isso todos precisam sair de seus “abrigos” e enfrentar aquilo que esta colocando eles contra a parede. A profª fala com a própria vida dela, pois no começo ela não foi bem aceita por eles,ela mesmo diz se tinha uma coisa que eles odiava era ela,mas nem por isso desistiu foi em frente passou pelas barreiras e seguiu,sacrificou sua vida ,seu casamento,seu lazer para ver cada um crescer e enxergar sua essência,trabalhou em mais de um emprego para investir naquilo que ela acreditava no caso neles,viveu para eles e por eles,brigou por eles passou por cima dos nãos que chegava,e assim seguiu trabalhando dentro deles sem que eles tomassem conta disso,através de seus trabalhos com os alunos ,Eva conseguiu falar a verdade em um julgamento,onde ela passou por cima de suas crenças e costumes,um outro aluno que foi até sua mãe e pediu desculpas,tudo pode ser mudado,é claro não é fácil descobrir que a mudança parte de mim para em sequência o que esta ao redor mudar,na vida um dia você ganha em outro perde,toda ação tem uma reação mas mesmo assim vale a pena mudar e cada um percebeu isso que eles podem,não é um não que vai paralisar ,pois ainda tem muito a percorrer e então a vitória chega e nos impulsiona a viver.

CRITICA:Vi no filme algo que esta dentro de nossa realidade,pessoas de um lado que nos incentiva e outras querendo nos limitar,no caso a mulher que ia toda hora na sala do diretor falar do jeito da professora,querendo barrar tudo, ninguém acreditava naqueles alunos ou em sua formação,devido a seu comportamento,alunos que estavam cheios de preconceitos,revoltados,sofridos em suas casas,na sociedade e agora na escola,sendo ignorados, até mesmo excluídos dos outros,professores que se afastavam deles,assim é muito fácil nem ligar para o outro deixar que eles caiam em seus próprios erros e não ajudar a corrigir

Anônimo disse...

Nome:Claudecir Francisco de Almeida n°:11 Turma:1°A log

ESCRITORES DA LIBERDADE

O filme retrata a realidade enfrentada pelos jovens de Los Angeles,
foi baseados em fatos reais,mostra os dramas enfrentados, as injustiças
das ruas e todo preconceito são totalmente explícitos, no qual só muda com a chegada da profª Gruwell, que ao contrário de todos, ela acreditou nestes jovens e com muita insistência conseguiu mudar a vida deles.
A professora Erin Gruwell inicia suas atividades em uma turma de primeiro ano do ensino médio lecionando as disciplinas de inglês e literatura.
Ao chegar na escola, cheia de expectativas e ideias, ela se depara com a realidade de violência, discriminação, indisciplina, preconceito e desmotivação, os adolescentes chegavam na sala, sentavam e viravam em direção ao colega que estava ao lado, ignorando-a completamente.Suas primeiras aulas foram frustrantes, mais Erin não desistiu.
Conforme as aulas aconteciam, a professora tentava buscar maneiras diferentes para se aproximar dos alunos, assim com a aproximação ela foi ganhando a confiança de cada um dos alunos.
A Srª Gruwell criou o projeto de literatura, onde os alunos iniciaram com o livro''O Diário de Anne Frank, foi a partir daí que os alunos começaram a criar o seu próprio diário, escrevendo tudo o que acontecia em suas vidas.
Ao ler os diários, a Srª Erin apenas reforçou sua decisão de não desistir de seus alunos, mesmo não tendo o apoio da escola, ela conseguiu mais dois empregos para ajudar os alunos, conseguiu comprar livros e fizeram uma viagem para o museu.
Depois de lerem o livro''O diário de Anne Frank" a professora pediu que escrevessem uma carta para Miep Gies, a mulher que havia protegido Anne Frank, falando sobre o que acharam do livro, os alunos se empolgaram e tiveram a ideia de realmente mandar as cartas, assim arrecadaram fundos para pagar as despesas dela.
Os alunos uniram suas histórias e fizeram um livro que deram o nome de "O Diário dos Escritores da Liberdade", onde lançaram em 1999 nos Estados Unidos.Erin conseguiu fazer com que eles mudassem e respeitassem a todos,independentemente da cor da pele,da origem, étnica ou religião.
Eu achei o filme imprecionante, porque mostra a realidade de jovens rebeldes e sem perspectiva de futuro, não somente na escola mas em qualquer outro lugar da sociedade, principalmente porque mostra a importâcia do prof° na vida dos seus alunos, ou seja, como educador não podemos mudar toda sociedade, mas podemos sim modificar a realidade de vida de um grupo.

Anônimo disse...

COLÉGIO ESTADUAL PROFª DIRCE CELESTINO DO AMARAL-EFMP
TECNICO EM RECURSOS HUMANOS
DIREITO E LEGISLAÇÃO DO TRABALHO
PROFº:TIAGO LACERDA
LUCIANE DA SILVEIRA ZANDROVSKI Nº36
ESCRITORES DA LIBERDADE

O filme dirigido, pelo diretor Richard Lagravenese “ Escritores da Liberdade” tem no papel principal a atriz Hilary Swank interpreta uma professora de Inglês chamada Erin Gruwell, que começa a trabalhar numa escola, onde encontra diversos desafios como uma turma de jovens com problemas , antes de iniciar se depara com a diretora Margaret Canpbell , a mesma não acredita na turma e acha que Erin também desistirá diante das dificuldades que encontrará, a escola não está disposta a ajudar os alunos entre outros.
A professora não se deixa intimidar e inicia suas aulas, ao primeiro impacto Erin é vista como representante do domínio branco nos Estados Unidos, por turma 203 ser formada por muitos alunos e cada um com a sua história quase todos são negros com exceção de um que é branco.
Suas iniciativas para conseguir quebrar as barreiras encontradas na sala de aula vão aos poucos resultando em frustrações pelos alunos. Apesar de muitas vezes apresentar desanimo nas chances de alcançar um resultado positivo, Erin não desiste, levanta a cabeça e segue em frente.
Mesmo não contando com o apoio da direção da escola e das demais professoras, Ela acredita que há possibilidades de superar as mazelas sociais e étnicas ali existentes. Para isso cria um projeto de leitura e escrita, iniciada com o livro “O diário de Anne Frank” em que os alunos poderão registrar em cadernos persolizados o que quiserem sobre suas vidas, desta forma ela mostra aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceitos podem afetar a todos independente de cor, de pele, de origem étnica, de religião, etc...
Com base na resenha deste filme assistido nas aulas de Direito com o mestre Tiago Lacerda, posso concluir de que é o filme traz uma grande mensagem para todos nós, muitas vezes convivemos com pessoas, como em nosso curso e nem se quer sabemos como é a sua vida externa (fora da escola). No caso da escola do filme não acreditava na capacidade dos alunos, foi necessário uma pessoa “branca” para mostrar a todos inclusive até os próprios negros de que era possível escrever uma bela história.
Como diz o no livro “10 leis para ser feliz” escrito pelo autor: Augusto Cury:
“Jamais desiste de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz.
Pois a vida é um espetáculo imperdível.
E você é um ser humano especial”.
Acredito que esse trecho representa muito bem esse ótimo filme.

jeane disse...

NOME: KEILA ALVES PEREIRA Nº 30
TURMA:1RH
ESCRITORES DA LIBERDADE
Numa escola, adolescentes infratores envolvidos com gangues, não tem o potencial analisado. Mas, são julgados e separados numa sala de programa de integração, considerados alunos problemáticos e com baixa alfabetização.
Muitos destes, vendo a mãe quase morre de tanto apanha, outros dentro de reformatórios ou ate pelas ruas vendo os amigos morre. E quando chegam na escola acabam transformando-a em campo de guerra.
Quando ninguém mais acreditava nestes adolescentes. Uma professora novata, cheia de ideias e expectativas, ao se deparar com os alunos violentos, numa péssima estrutura educacional, social einjustiças, crê que ainda à uma chance de transformação.
No começo foi difícil também à professora, que se viu sem o apoio da escola e tendo que trabalhar novas metodologias com pouco recurso didático.
Mas deu certo, ela contra atacou os alunos contando historias, onde eles se identificavam, depois propôs que eles escrevessem todos os dias num caderno como se fosse um diário.
A professora le as historias de vida dos alunos e os levam para visitar o museu, onde viram e ouviram historias de homens, mulheres e ate crianças que morreram e outras que sobreviveram ao holocausto. E também indicou para leitura vários livros, como O diário de Ane Frank, que mostrou outros acontecimentos da humanidade.
A partir destas historias a concepção de vida de cada um começou muda, eles se sentem valorizados e passam a dar mais valor uns aos outros e também a professora. Aprendem trocar experiências de vida e a se tolerar mais.
Com muito esforço os alunos aprendem a lutar por seus direitos, sem violência, enfrentando a resistência de outros professores e provando a capacidade que cada um tem.
“somos todos pessoas comuns, todos os dias somos heróis”. Pois, todos os dias nos deparamos com o desemprego, o racismo, as desigualdades sociais, ate com as nossas famílias desestruturadas, entre outras. Mas não devemos nos deixar abater, temos que exigir nossos direitos, enfrentar os obstáculos, ajudar e incentivar o mais necessitado e nos apoiar e agarrar as oportunidades.

Anônimo disse...

NOME: KEILA ALVES PEREIRA Nº 30
TURMA:1RH
ESCRITORES DA LIBERDADE
Numa escola, adolescentes infratores envolvidos com gangues, não tem o potencial analisado. Mas, são julgados e separados numa sala de programa de integração, considerados alunos problemáticos e com baixa alfabetização.
Muitos destes, vendo a mãe quase morre de tanto apanha, outros dentro de reformatórios ou ate pelas ruas vendo os amigos morre. E quando chegam na escola acabam transformando-a em campo de guerra.
Quando ninguém mais acreditava nestes adolescentes. Uma professora novata, cheia de ideias e expectativas, ao se deparar com os alunos violentos, numa péssima estrutura educacional, social einjustiças, crê que ainda à uma chance de transformação.
No começo foi difícil também à professora, que se viu sem o apoio da escola e tendo que trabalhar novas metodologias com pouco recurso didático.
Mas deu certo, ela contra atacou os alunos contando historias, onde eles se identificavam, depois propôs que eles escrevessem todos os dias num caderno como se fosse um diário.
A professora le as historias de vida dos alunos e os levam para visitar o museu, onde viram e ouviram historias de homens, mulheres e ate crianças que morreram e outras que sobreviveram ao holocausto. E também indicou para leitura vários livros, como O diário de Ane Frank, que mostrou outros acontecimentos da humanidade.
A partir destas historias a concepção de vida de cada um começou muda, eles se sentem valorizados e passam a dar mais valor uns aos outros e também a professora. Aprendem trocar experiências de vida e a se tolerar mais.
Com muito esforço os alunos aprendem a lutar por seus direitos, sem violência, enfrentando a resistência de outros professores e provando a capacidade que cada um tem.
“somos todos pessoas comuns, todos os dias somos heróis”. Pois, todos os dias nos deparamos com o desemprego, o racismo, as desigualdades sociais, ate com as nossas famílias desestruturadas, entre outras. Mas não devemos nos deixar abater, temos que exigir nossos direitos, enfrentar os obstáculos, ajudar e incentivar o mais necessitado e nos apoiar e agarrar as oportunidades.

Anônimo disse...

Nome: Sandra da Silva Ferreira Salvador - n° 49 Turma 1 RH

Filme Escritores da Liberdade

O filme mostra uma professora idealista e sonhadora que chega a uma escola de bairro pobre, onde até mesmo os diretores e coordenadores não acreditam no futuro de seus alunos. Assim como todas as outras professoras não é bem recebida, porque o que temos na classe são alunos desmotivados, rebeldes e violentos.
Em seu primeiro dia de aula ela já se depara com um colégio violento e caótico que a aguarda. A escola, que já havia sido um referência, se transformou em cenário de constantes combates de gangues.
Diante desta realidade, ela questiona sua vocação de professora, principalmente quando seu pai reage de forma negativa ao seu projeto de lecionar para estes garotos. Mas, a partir do momento em que uma caricatura desenhada por um dos alunos, com o objetivo de humilhar um dos estudantes negros, vai parar em suas mãos, ela começa uma nova trajetória de descobertas e revelações.
Fazendo se sentir motivada para ajudar aqueles alunos e então decide criar métodos diferentes de ensino. Eles passam a escrever em diários todas as suas histórias, medos, sonhos...
Achei emocionante acompanhar a triste realidade dos adolescentes por meio de seus diários, a união da classe, a força de vontade de cada um em mudar e o amor que eles passam a sentir pela professora é extremamente comovente.Eles unem suas histórias e fazem um livro, a professora consegue fazer com que aos poucos, estes textos despertem nos estudantes uma visão diferente um do outro, até então visto apenas como o inimigo. Eles percebem que, entre eles, há mais coisas em comum do que poderiam imaginar.
A intenção dela era mostrar que eles poderiam ter novas oportunidades na vida, um futuro que eles nem imaginavam, que nem tudo estava perdido, como se tivesse acendesse uma luz em uma sala escura, isso faz a diferença.

Critica: No meu entendimento temos muitos lugares que são como este colégio e pessoas que agem da maneira que esses alunos se comportavam ,mais penso que oportunidades,educação e repeito é o princípio de tratamento que pode ajudar e melhorar a vida de muitos. Formas diferentes de tratar as pessoas também são fatores que podem transformar a nossa vida.Pessoas comuns com pequenas atitudes, pode ser esta qualidade que faz a diferença em nossas vidas.

Anônimo disse...

Nome: Andréa Freitas Peruceli nº 5 Turma 1 A RH
Escritores da Liberdade
O filme é baseado numa luta pela igualdade, liberdade, onde os adolescentes com problemas com drogas e que já cometeram algum crime tem que escolher se vão para a sala de aula ou vão para os reformatórios, em um colégio que tem varias culturas e raças diferentes e eles mesmos se exclui uns dos outros, é uma sociedade dividida por classes, os mais pobres possuem sala de aula diferentes dos demais.
Onde a regra geralmente é “você não pode ir contra seu próprio povo" e os brancos pensam que dominam, são alegações que os negros fazem, os brancos nos colégios usam livros e os negros revistas de péssimos estado.
E a professora Erin Gruwel do ensino médio foi contratada para dar aula aos alunos problemáticos, mas não tinha nenhum apoio da diretoria eles diziam que não precisa dar educação, pois disciplina já bastava para aqueles alunos, a Srª Grwel não aceitava essa psicologia da escola e não desistiu da turma, começou primeiramente a conhecê-los fazendo uma dinâmica com perguntas sobre a vida, e constatou que todos, independentes da cor e raça ou etnia sofrem os mesmos problemas.
Então distribuiu diários comprados com seu dinheiro para escreverem sobre suas próprias vidas. A Professora ficou perplexa com a forma de vida que levavam e resolveu se dedicar a eles, começou a trabalhar em dois empregos para ter material adequado para dar suas aulas, levou os alunos para um passeio depois a um jantar com pessoas bem sucedidas, que também passaram por muitos conflitos e puderam contar-lhes suas histórias, todos prestaram muita atenção e a partir desse dia a mudaram suas atitudes.
Grwel com toda essa dedicação acabou perdendo seu casamento, mas não desistiu. Distribuiu aos alunos o livro "o Diário de Anne Frank" que foi de grande inspiração aos alunos , no final do livro os alunos decidiram trazer a colega de Anne Frank, ao colégio para contar sua história, todos trabalharam em equipe para conseguir o dinheiro, nessa fase a sala ja estava em eterna harmonia uns com os outros, a escola era o único lugar que muitos deles se sentiam bem. O diário que cada um escreveu a professora pediu que digitassem fazendo um livro de suas histórias, e foi um sucesso.
Os alunos lutaram para que a professora Grwel continuasse com eles no 3º ano, e conseguiram que ela ficasse com a turma até de formarem, muitos deles foram os primeiros a se formarem na sua família.
Critica: Esse filme mostra a maneira certa que todos os educadores deveriam se preocupar em ajudar os menos favorecidos não excluindo-os da sociedade mas dando-os o direito a uma educação digna para que possam viver numa sociedade sem que sejam excluídos , mostrar que podem sim ser alguém com dignidade e valor na vida, sem descriminações, pois temos todos os mesmos direitos de cidadãos.

Anônimo disse...

Nome:Daiane Guedes Fattori Nº08 RH 1ºA

“Escritores da Liberdade” - Resenha
O Filme relata a historia da Professora Erin Gruwell, que começa a dar aula a uma turma de alunos de jovens negros e problemáticos, a maioria dos alunos são envolvidos com gangues, essa turma era uma turma totalmente excluída das tarefas realizadas na escola, eles não tinham o apoio de professores e da diretoria do colégio, até a chegada da professora gruwell que se dedicou totalmente em mudar a historia de cada um de seus alunos. No começo foi difícil, mas com dedicação a professora foi conseguindo conquistar a confiança desses alunos, ela lhes apresentou um livro chamado “O Diário de Anne Frank” e após a leitura desse livro ela propôs que os alunos fizessem seu próprio diário com a leitura desses diários, Erin começou a entender o que se passava na vida de cada um de seus alunos , sem o apoio da diretoria da escola, Erin conseguiu um segundo emprego para poder comprar livros novos pra seus alunos participarem das aulas com mais entusiasmo e isso foi um forte incentivo a leitura e a escrita. Depois que fizeram a leitura do livro os alunos escreveram uma carta para a mulher que protegeu Anne Frank, depois da carta eles ficaram tão empolgados para conhecer essa mulher que arrecadaram fundos para pagar as despesas dela, para que ela viesse até eles para contar toda a historia. Depois disso os alunos passaram a ter apreço pela leitura e passaram também a escrever cada vez mais em seus diários. Mais tarde com a junção desses diários foi escrito o livro “Diário dos Escritores da Liberdade” que posteriormente foi publicado. Com o belo resultado de seu trabalho a Professora Erin Gruwell recebeu um convite para lecionar nas turmas avançadas, mas preferiu continuar com a turma, Erin nos deu uma lição de vida ela não teve preconceitos, e mudou vidas, aumentou a autoestima de jovens que já consideravam se consideravam perdidos e sem futuro, determinação de Erin nos mostrou que basta termos iniciativa e coragem que tudo acaba dando certo.

Anônimo disse...

Nome; Valdisseia de Faria, nº 37
Turma: 1ºB Log

Escritores da Liberdade
O filme relata a história de uma professora iniciante que se propõem em dar aula em uma escola que em outros tempos era considerada modelo mas devido a inclusão de alunos considerado marginais, se torna campo de batalha de gangue, alguns de seus alunos são membros destas. A reação de qualquer outro pessoa seria livrar-se daquele problema, mais para ela era um desafio e acreditava que com dedicação e respeito era conseguiria mudar radicalmente a vida daquela turma.
O primeiro passo foi dar a eles um voto de confiança agindo de forma natural com pulso firme e sem trata-los com indiferenças mostrando que todos que estavam ali eram iguais uns aos outros independente de suas raças, cores, etc. todos tinham problemas, medos, revoltas e histórias de vida que colaboraram pra que eles tivessem aquela atitudes, foi através de brincadeiras e de um diário que ela consegui entender um pouco mais sobre o que eles viveram e o que passam no seu dia-a-dia depois que saiam da escola.
Foi através da literatura e história de gangues, levando-os a lugares onde eles nunca havia ido antes para conhecerem mais sobre histórias reais de guerras. E assim abrindo suas mente para entender que o mundo é maior do que aquele mundinho que eles vivem e existem pessoas com problemas semelhantes ou maiores que o seus, e mesmo assim eles conseguem vencer, e que na guerra pessoas inocentes perdem a vida antes mesmo de conhece-la.
Ajudar e se importar com os problemas de alguém que mau conhecemos é uma tarefa muito difícil mas para srª G como era chamada, foi uma forma de mostrar a todos que não importa de onde as pessoas vem ou que elas fazem sempre existe um caminho para que estas mudem, só é preciso acreditar na capacidade de cada um e fazer com eles também acreditem em si mesmos dando –lhes uma chance para mudar a dedicação desta professora resultou na transformação de delinquentes e marginais em vencedores.

Anônimo disse...

COLÉGIO ESTADUAL DIRCE CELESTINO DO AMARAL
Aluna: Jeane Jordão de Moura
Número: 21
Turma: 1° RH

Escritores da Liberdade

Professora com muita luta consegue fazer com que um grupo de adolescentes de uma favela se interessassem em estudar.
Com o que eles acreditem em alguma coisa que os faz humilde para que não precisassem entrar no mundo do crime, mostrando que muitas outras pessoas também passaram por dificuldades e nem por isso desistiram.
E que a própria professora estava com dificuldades pelo fato de querer ajudá-los teve que arrumar mais dois empregos para comprar livros e promover passeios em museus para eles, perdeu o próprio casamento por estar desempenhada demais a ajudá-los. Assim surgiu a idéia de trazer a autora do livro para dar seu depoimento, para isso fizeram um evento para arrecadar dinheiro. A autora do livro mostrou que às vezes pequenas atitudes valem muito, tanto que uma das adolescentes foi dar um depoimento onde deveria mentir para ajudar os seus amigos, ela disse a verdade traindo os seus amigos. Em nome de tudo que aprendeu ela acredita no que é certo assim como a autora do livro
A professora teve que brigar muito com os diretores do colégio pelo fato dele não aceitarem que adolescentes de uma favela pudessem ser tão inteligentes ao ponto de irem para uma faculdade.
Os alunos queriam muito que ela fosse para o 3° e o 4° ano junto com eles para que eles continuassem sendo todos como uma família mais ela não podia por que só ensinava no 2° e por isso ela teve que brigar de novo com os diretores, mas contando a história deles, ela convenceu à superintendente. E o ultimo projeto dela com eles foi um livro baseado nos diários de todos os alunos da sala que ganhou o nome de “O Diário dos Escritores da Liberdade” que foi publicado em 1999.
Muitos dos escritores da liberdade foram os primeiro em sua família a se formar na faculdade.

Anônimo disse...

Nome: Ketlin Dos Anjos N°:31 Turma:1°Rh

O Filme Escritores da Liberdade relata sobre uma professora recém-formada que quer fazer a diferença e em sua profissão. Desde então a professora Erin Gruwell se mostra motivada e aceita ser professora de uma turma que é reconhecida como “turma problema”. Em seu primeiro dia de aula ela se depara com uma sala toda especial para alunos “especiais” e logo a frente encontra uma sala simples com mesas riscadas, móveis antigos, um ambiente totalmente diferente do resto do colégio.
Seus alunos chegam atrasados sentam-se e começam a conversar entre si ignorando a professora Erin Gruwell. Suas primeiras aulas eram bem difíceis, pois o que ela planejava desenvolver não era algo significativo para a turma e isso fazia com que os alunos olhassem para ela com desprezo, porém isso não à fez desistir ela começou perceber todos os problemas e histórias que a cercava por parte dos estudantes e instituição de ensino, sendo assim, procurou novas alternativas e conseguiu reverter a situação se entrosando na realidade daqueles jovens, conhecendo cada um deles e implementando a participação ativa dos alunos em sala de aula, mesmo sem receber todo o apoio da escola. Com o passar do tempo Erin Gruwell, conseguiu elevar a autoestima dos alunos e fazê-los perceber a si próprios, a vida e o mundo de maneira diferente, o que resultou em uma união entre as diferentes etnias existentes na sala.
Embora sem o apoio da escola a professora Erin Gruwell desenvolve um projeto com um o livro “Diário de Anne Frank” fazendo com que os alunos montem seu próprio diário com relatos bons e/ou ruins que eram vivenciadas. Com o passar do tempo àqueles jovens que eram vistos como causa perdida deram uma salto qualitativo em relação a ensino e aprendizado e passaram a serem escritores de suas próprias histórias com o livro “Escritores da Liberdade”. Para mim o filme foi bem interessante, pois levando isso não só para dentro do Rh e sim da vida pessoal percebemos que muitas das vezes quando nos deparamos com barreiras logo pensamos em desistir sem pelo menos tentar. Estudar, conhecer e analisar um pouco mais as barreiras que nos cercam são fatores importantes para que possamos quebra-las, nunca devemos desistir de nossos objetivos sem pelos menos tentar, é esta a mensagem que este filme passa.

Anônimo disse...

Nome: Jeniffer Caroline Garcia Silva Nº22 Turma: 1ºRH
Escritores da Liberdade
No filme escritores da liberdade Erin Gruwell é uma Professora novata que começa a lecionar aulas para uma turma considerada problemática pela direção da escola, onde alunos não se interessam pelas aulas, e acreditam que a realidade em que vivem exige mais do que apenas estudar. Mas a Professora Erin esta disposta a ajudar aquela turma com o seu empenho, mesmo não tendo o apoio da escola ela opta por perseverar e se dedicar aqueles alunos. Na busca incansável de ajudar os alunos a Erin cria um projeto de leitura e escrita “O diário de Anne Frank” onde eles poderiam escrever tudo que desejassem em relação as suas vidas, são realizadas a criação de varias aulas dinâmicas pra que ela pudesse visualizar o problema de casa um. Ela fornece a eles a possibilidade deles enxergarem o mundo de outro ângulo, com outros valores e sem limitações. Com muito trabalho e dedicação, ela consegue trabalhar na área psicológica dos alunos, incentivando-os a prosseguirem nos estudos e se libertarem do medo. O trabalho realizado pela Erin é maravilhosamente surpreendente, pois ela consegue modificar a visão de cada um.

Anônimo disse...

Nome: Juliana Sabino de Oliveira n°29 Turma: 1°A-RH

O filme relata a historia de uma professora principiante que começa a dar aula pra uma turma de alunos que são “problemáticos”, e que por essa questão os outros professores já não tinham mais esperança nenhuma em ajuda-los.
A professora Erin foi em busca de conseguir fazer com que esses alunos começassem a interagir mais nas aulas delas, pois eles nem davam ouvidos ao que ela falava e a descriminavam. Ela foi criando ideias pra suas aulas que acabavam aproximando cada vez mais esses alunos, pois todos eram separados cada qual em seu grupo.
Ela lhes deu um livro de Anne Frank para que os alunos lessem e também um diário para que cada um colocassem em seus diários, tudo aquilo que sentiam e já haviam passado.
O livro fez com que cada um desses alunos já fosse mudando seus pensamentos e os alunos foram ficando cada vez mais empolgados a cada dia.
Por fim a professora conseguiu com que todos se interagissem, e fazer os alunos entender que todos teriam que mudar seus pensamentos, respeitando uns aos outros, pois havia muitos preconceitos entre eles mesmos.
No meu ver, esse filme mostra muito a realidade que ainda vemos em alguns lugares. É muito interessante sabermos que não podemos desistir assim tão fácil das coisas e temos que saber respeitar os outros de uma maneira em geral, sem preconceitos de cor, raça, religião, entre outros. O importante é sempre tentarmos e lutarmos por aquilo que mais queremos conquistar.

Pamela Collaço disse...

Nome: Pamela Collaço n°47 – 1°ano A - Turma:Recursos Humanos

Resenha “Escritores da Liberdade”

O filme relata a história de uma professora recém-formada que acreditou em uma turma, considerada “perdida e sem futuro”,apostando em seus ideais ela percebe o quanto eles são desmotivados e sem esperança de um futuro, e que teria que fazer muito mais para atrair a atenção deles, teria que conhecer a realidade de cada um, seus medos, problemas, insegurança e expectativa.
A partir disso ela percebeu que cada um lutava para sobreviver no dia a dia, o preconceito a violência, e o quando a instituição desacreditava no potencial deles, tornando-os desmotivados e descrentes deles mesmos, assim teve que mudar sua tática de aula atraindo à atenção para o que eles vivem no cotidiano, mesmo com toda resistência da diretoria que não apoiava ela, por não acreditar que eles quisessem aprender e que podiam ter futuro. Ela entregou a eles um diário para que se escrevessem o que quisessem nele, mostrou livros com os quais eles se identificavam como “O diário de Anne Frank”, e com isso foi fazendo com que cada dia o interesse deles fosse aumentando e a fome por conhecimento e expectativa de conhecer um mundo que eles não conheciam, mostrando a eles que havia muito mais fora do mundo deles. Com o passar do tempo suas ideias, escolhas, atitudes e ideais foram mudando e eles começaram a se conhecer e enxergar o futuro e que poderiam mudar e ser alguém, que tudo dependeria das escolhas e atitudes de cada um motivando-os a ir em frente e se expressarem.
Analisando o filme percebo o quando o conhecimento e a educação podem fazer a diferença se forem conduzidas de uma maneira que atraia o interesse dos alunos, e o quanto uma professora que acredite neles faz a diferença tanto no aprendizado como na vida de cada um, mostrando um mundo cheio de oportunidades e assim podemos ter esperança em um futuro melhor, se cada um fizer sua parte nada é totalmente perdido, com uma educação que veja a realidade de sua instituição e uma sociedade que acredite que pode fazer algo pelos alunos, e com a colaboração de todos podemos mudar uma realidade para futuro melhor com mais igualdade, consciência, dignidade e respeito.

Amanda Mello disse...

NOME: Amanda Francine de Olveira Mello
N°:04 Turma:1°RH
ESCRITORES DA LIBERDADE
O filme Escritores da Liberdade, expõe a realidade das estruturas educacionais e sociais atualmente, e relata a história de uma escola de um bairro pobre dos Estados Unidos que tem alunos considerados discriminados, pela sua cor, ou raça. E com isso eles se tornam alunos rebeldes.
Sabendo disso a Sr. Gruwell professora novata, que é de classe média alta, e que acaba de se formar, quer ter a sua primeira experiência com essa turma, para que de certa forma possa ajudá-los. Sua chegada é totalmente tumultuada. Nos primeiros dias, ela passa á observar o comportamento dos alunos, e com isso, a cada dia que se passa ela tem novas idéias de mudar o pensamento e o comportamento daqueles alunos. Eles se tornaram alunos problemáticos por conta da sociedade, pelas desestruturas familiares, racismo, exclusões sociais, etc. Para a direção do colégio esses alunos não tinham chance alguma de mudar, até que a Sr. Gruwell resolveu mudar os modos de ensino, e aderiu uma nova idéia, dos alunos passarem sua vida num diário. No começo eles não acharam isso interessante, mas aos poucos a professora foi conseguindo convencer aqueles alunos com brincadeiras para poder unir novamente a turma. Até que ela teve outra idéia, sem o apoio e a ajuda da direção do colégio, ela teve que arrumar mais dois empregos e conciliar com o colégio para poder dar continuidade no ensino dos alunos, com esforço ela conseguiu um livro para cada um deles, que relata sobre o diário de Anne Frank. Ela conseguiu fazer com que os alunos participassem mais de suas aulas a partir daí. A história foi ficando interessante para eles e decidiram conhecer a senhora que cuidou de Anne, com base nisso aos poucos foram mudando suas maneiras de pensar e de se comportar. Após isso a Sr. Gruwell se tornou uma professora totalmente realizada na sua profissão, e por fim conseguiu passar seu trabalho por mais tempo naquela escola.

CRÍTICA
Com um ato de ensinar, sendo uma aventura criadora da Sr. Gruwell , para ajudar aqueles alunos á mudar o seu modo de pensar e agir, e sendo assim cada um descobriu aos poucos o seu ato de criação que em minha opinião deve ser um espaço privilegiado á cada aluno, e precisa passar pela vontade do professor em permitir a construção de um espaço democrático, como fez a Sr. Gruwell no filme Escritores da Liberdade

Anônimo disse...

RESENHA DO FILME: escrito por Franciane. N°51 TURMA 1°A RH

ESCRITORES DA LIBERDADE

O filme Escritores da Liberdade, não foi mais uma das histórias fictícias escritas por Diretores, mas sim uma história baseada em fatos reais, tudo aconteceu em Lon Beach, cidade localizada no estado de Califórnia - Los Angeles, onde ocorria muita violência entre gangues e tensão racial entre as pessoas.
O elenco do filme foi produzido de um livro que continha histórias escritas dos diários pelos próprios estudantes, da sala 203 do Colégio Woodrow Wilson H.S. O qual a professora Erin Gruwell, foi interpretada pela atriz Hilary Swank, sendo assim o filme começa contando a história da aluna Eva, e vai se desenrolando com outras histórias.
Erin Gruwell era uma jovem idealista e que preferiu lecionar em uma escola do bairro pobre, pois o que a motivou foi o projeto de integração escolar e social implantado na escola, porém a forma que pensava sobre o projeto, era vista pelas autoridades da escola totalmente diferente. Pois os professores que lecionavam há mais tempo na escola, não acreditavam que os alunos problemáticos da sala 203, pudessem viver em sociedade, terem a capacidade de mudar de atitudes, terem potenciais e muito mesmos respeitos entre eles, porque faziam partes de gangues, eram preconceituosos e viviam nas piores favelas do bairro.
Mas a professora Gruwell, não desistiu em provar que, a forma em que eles pensavam sobre os alunos eram erradas, então ela decidiu conhecer melhor os alunos, sendo assim, deu aos seus alunos diários para que escrevessem qualquer coisa que quisessem coisas de sua vida, passado, presente e futuro. Vendo o desenvolvimento dos alunos ela comprou livros para melhorar a literatura, já que a escola não dava apoio, e um dos livros que revolucionou os alunos foi O DIÁRIO DE ANNE FRANK, história que fala da opressão que os judeus viveram na época de HITLER, tempos de guerra, discriminação e preconceito, onde os judeus foram proibidos de muitas coisas, até mesmo de andar nas ruas tendo que viver escondidos, pois eram marcados para morrer, mas no final alguns sobreviveram os conflitos e venceram a guerra.
Dessa forma os alunos tiveram consciência de que eles não eram os únicos que tinham problemas sociais, então eles mudaram as suas atitudes, tendo respeito uns com os outros, e que vivendo em união é que faz a diferença, vendo o mundo com outros olhos, e que eles eram capazes.
Esse filme sendo uma história real foi muito comovente, relatando a dificuldade que algumas escolas ou até mesmo os professores que lutam para dar um melhor ensino aos alunos e que muitas das vezes não tem o apoio, esperado dos que estão no poder, e que projetos para melhorar a educação na escola traz bons resultados, a ênfase maior sobre o programa de educação, na transformação individual de cada individuo e na mudança da socialização.

Anônimo disse...

NOME: Maria de Fátima Correia Brigano
N°:40. Turma:1°RH

Escritores da liberdade

O filme conta a historia de Erin Gruwell, uma professora que começa a lecionar em uma turma de alunos que, por maioria vão para a escola obrigados pelo reformatório. Além de viverem em meio de vários problemas, tais como racismo, violência, desigualdade social entre outros, se dividem em gangues e etnias dentro e fora da sala de aula.
A professora com muito esforço tenta ajudá-los, mesmo não contando com a ajuda de nenhum outro professor, nem mesmo com o apoio da própria direção da escola.
Erin começa a realizar algumas atividades, fazendo com que os alunos se identificassem e tivessem maior interesse pelas aulas. Ela construiu um projeto em que os alunos deveriam ler o livro “O Diário de Anne Frank”assim, após a leitura, criassem seu próprio diário, contando tudo que quisessem: seus sentimentos, pensamentos, experiências vividas ao longo de sua vida,e até mesmo seus sonhos. Após ler cada um dos diários de seus alunos, Erin reforçou a idéia de não desistir de seus alunos e decidiu trabalhar em três empregos já que a escola não fornecia os livros, nem mesmo as viagens culturais. Após lerem “O Diário de Anne Frank”, Erin pediu que eles escrevessem uma carta para a mulher que protegeu Anne Frank. Os alunos ficaram tão empolgados com a idéia que decidiram arrecadar fundos para a viagem da mulher.
Após a conversa com a “grande heroína” de Anne Frank, os alunos descobriram que como ela, eles também poderiam ser heróis, heróis de si mesmo, heróis por conseguirem todos os dias em meio a tantas lutas continuarem vivos. Surgiu assim a idéia de juntos, unirem suas histórias, escritas em cada um dos diários, criando assim “O diário dos escritores da liberdade” publicado em 1999.

Crítica

O filme “Escritores da Liberdade” aborda questões como a violência, a desigualdade social, o preconceito e a deficiência das instituições de ensino em lidar com tais fatores. Podemos comparar o ambiente retratado no filme com as escolas de nosso país, pois tais problemas são globais, embora sejam mais comuns nos países em desenvolvimento. Atitudes como a da professora Erin servem como exemplo para todos nós, sobre tudo com aqueles que trabalham na área da Educação.

Anônimo disse...

Nome:Eliane gloria da silva vieira
N°12 Turma:RH
Prof:Tiago Lacerda

O filme conta a historia de uma professora que vai dar aula em uma comunidade em um bairro de periferia ,onde os alunos eram vistos como marginais ,a professora chega cheia de alegria no seu 1º dia de aula,mas oque ela encontra é com dura realidade: violência, desmotivação e descriminação. Sua turma era formada de alunos violento pertencia as gangues e de famílias desestruturadas.
A Srº Gruwell criou um projeto de leitura e escrita, iniciada com livro com o livro "O diário de Anne Frank,e entregar a eles um caderno para que possam utilizar como um diário,onde registrarão tudo oque acontece ou acontecia em suas vidas. com o passar do tempo ela começou a conhecer melhor seus alunos e começam a se entender ,ela leva todos eles para conhecer outras pessoas até a mulher que ajudou Anne Frank fugir,e outras pessoas que faziam parte do mundo deles e eles,não conheciam, todos eles, se emocionaram muito. apesar de muitas vezes apresentar desamimo na chance de um resultado positivo no trabalho naquele grupo, Erin não desiste, levante a cabeça e segue em frente, acreditando que é capaz mesmo estando sozinha nesta luta.

CRITICA

Muitas vezes a realidade é difícil que alguns vivem em casa, fazem com eles procuram uma solução nas ruas.
é que ninguém acredita que uns negros, pobre tinha futuro, mais a senhora Griwell tinha outa visão sabia que podia acreditar neles ela fez toda a diferença onde não tinha nenhum luz ou solução.





Anônimo disse...

CORREÇÃO

COLÉGIO ESTADUAL PROFª DIRCE CELESTINO DO AMARAL-EFMP
TÉCNICO EM RECURSOS HUMANOS
DIREITO E LEGISLAÇÃO DO TRABALHO
PROFESSOR: TIAGO LACERDA
JOELSON IGOR PEREIRA Nº25

ESCRITORES DA LIBERDADE
Em meio a instituição de ensino publico com todas suas deficiência vemos uma professora recém-formada cheia de vontade de fazer a diferença,ao adentrar na escola depara-se com uma turma onde foram selecionado os piores alunos e colocado em uma sala com a pior infraestrutura possível, e ainda cheios de decepções desmotivados, culturalmente desfavorecidos por indiferenças, injustiças, descaso, violência e pobres em perspectivas.
Partindo desta visão inicial a professora define seu método de trabalho , não compreendido e nem aceito pela Diretora do colégio, ainda assim deu aos seus alunos diários e pediu-lhes q colocassem a sua historia de vida e instituiu como leitura para turma o livro ``O Diário de Anne Franck´´ ,que retrata uma realidade de injustiça meio a II guerra mundial ,impactou estes jovens por mostrar algo próximo de sua realidade,com objetivo de que seus alunos lutassem para vencer estas deficiências de injustiça.
Ao decorrer do ano letivo os alunos entregam -se a ideia adotada pela professora e passam a adotar um senso critico, a mudar suas realidades, e a criar um desejo de um mundo melhor para si e para aqueles que os cercam fazendo assim a diferença.
Após dois anos lecionando esta turma a professora, dedicando-se ao amor pela profissão e pela turma passar por dificuldades e o fim de seu casamento isso não á deixar abalar-se ,temos ainda uma turma que ao amar a dedicação de sua professora descobre que após aquele ano não terão a mesma lecionando a sua turma ,por regras do colégio,não é possível dar aulas a turmas de 3° ano,a forma de terminar seu período letivo com a turma a traz uma ultimo projeto ao grupo, colocar seus diários em forma em um livro , sem promessa de publica-los , da a seus alunos o direito de expor seus sentimento e de batizar o livro ``The Freedon Writers Diary(O Diário Escritores da Liberdade)´´, através desta atitude uma conselho deliberativo de ensino da a professora o direito de leciona a turma o 3° e 4° ano .

CRITICA
Um Estado, um Pais , um mundo , uma só realidade: desigualdade social , que faz aflorar preconceitos , diferenças sociais etc . O filme ``Escritores da Liberdade´´ de ``Hilary Swank´´ faz com que a realidade vivenciada por estes jovem confronte com a nossa .A autora busca mostra as ideias da professora e despertar em nos , o mesmo que despertou nos alunos , mostrando que somos capazes de vencer as dificuldades , sejam elas emocional ou social .

Anônimo disse...

Chrystian N°10 - 1° LOG A

Ecritores da Liberdade

O filme nos mostra uma professora de promeira viagem que logo no início observou uma desigualdade entre os alunos , esses alunos eram divididos em dois grupos, um deles chamados de alunos avançados e os outros eram titulados marginais e de baixo QI.
Logo de início das aulas ela tentou lecionar do modo tradicional, mais devido a resistência dos alunos e por estarem sempre em guerras entre guangues não queriam aceitar uma professora branca tentando dizer o modo de como eles tinham que pensar.
Depois de uma discução na sala de aula com os alunos ela soltou uma palavra chamada de "HOLOCAUSTO" que desencadeou um interesse dos alunos em saber o que era, e dessa forma ela começou a ensinar de uma forma diferente, fazenndo com que eles se aceitassem dentro e fora de aula, observando que ambos tinham os mesmos problemas e que o seu não está acima do outro.
Ela tentou ajuda com a escola que não deu a minima para o que ela estava tentando fazer e assim ela teve que procurar um meio sozinha de vencer essas batalhas para poder dar conntinuidade em seu metódo de ensino, então ela arrumou mais dois empregos para poder comprar livros para seus alunos lerem.
A turma teve um passeio onde puderam observar que aquele mundinho em que eles viviam não é maior que os problemas enfrentados por outras pessoas, eles ficaram sabendo do destinos das pessoas que eram crianças mais novas que eles que travaram várias batalhas para sobrevivirem e assim ela conseguiu impactar e fazerndo com que eles pensassem de uma forma diferente e então começar a respeitar ela.
Com o diário entregue, ela pode saber um pouco sobre cada um deles e seus sofrimentos e angustias vividas, e começou a travar sua própria batalha para tendar dar aula para esses alunos até o final do quarto período.E então sem muita esperança ela deu a eles um último trabalho, que nada mais é juntar todas as histórias deles em um único livro, que seria intitulado de "O DIÁRIO DOS ESCRITORES DA LIBERDADE".
Com isso podemos dizer que se naquela época tivessem mais professores iguais a ela, que acreditava npos alunos sabendo e torcendo que eles iriam ver o mundo de uma forma diferente, talvez os alunos se interessariam mais em aprender do que ficar nas ruas e travando guerras entre guangues.

joao disse...

este filme é muito legal

fernanda volps disse...

O filme me chamou muito atenção, porque mostrou as dificuldades que uma professora passou, tantas provações que teve que enfrentar, passou por cima de preconceitos para dar uma motivação nova para seus alunos. Ela construiu um elo de confiança e de respeito a cada dia, mostrou que ela não era só mais uma pessoa que estava ali, não ela quis ser algo a mais na vida deles.
Deu incentivo para leitura e mostrou que cada um deles podiam fazer coisas boas, fez com que eles se redescobrissem tanto para seus talentos e na vida pessoal, eles mudaram completamente seu jeito de pensar e a cada gesto por menor que seja já fazia diferença, mostraram que eles eram capazes.
No final do filme fica bem claro o elo que foi construído entre aluno e professora, a professora passou por cima de tudo as dificuldades pessoais, separação e teve que trabalhar em mais dois empregos para comprar livros novos, ela foi uma guerreira não desistiu em nenhum momento ficou até o final.
Eu me emocionei muito gostei que o professor passou este filme, isso faz a gente lembrar que não só nós temos problemas, mas também os professores, quantas coisas e situações eles passam no dia e mesmo assim, eles não deixam transparecer, nos ensinam e agradeço por eles estarem ali com garra e determinação obrigada.

jackson campos disse...

O filme escritores da liberdade trata de uma forma clara a desigualdade das escolas, separar os alunos considerados inteligentes dos considerados burros. A escola já excluiu os alunos e faz exercer neles o sentimento de derrota, pessimismo, desigualdade e separação.
Só uma professora novata que vai contra os princípios da escola, para fazer eles se sentirem alunos de verdade e que é por meio da educação que conseguiremos mudar o mundo.
Não é porque nossos parentes são bandidos que também devemos ser, e na escola na sala 203 era aonde eles viam a chance de serem diferentes, de serem pessoas normais e inteligentes como todo mundo.
Considero fantástico o trabalho da professora, plantar a semente da esperança no coração de cada um dos alunos e mostrar que eles podem chegar aonde quiserem é só se esforçarem que terão um futuro diferente

Anônimo disse...

Colégio Dirce Celestino de Amaral
Nome: Marilda da Rosa
Série: 1ºA Turma: Log nº 29
Professor (a): Tiago Lacerda
Disciplina: Direito e Legislação do Trabalho
Resenha do Filme Escritores da Liberdade.
O filme conta uma história que realmente aconteceu que é a história da professora Erin Gruwell que ao começar a lecionar a turma 203 do 2º grau no Colégio Wilson. Depois da sua primeira aula, a professora percebeu que a educação naquela escola não era como ela tinha imaginado.

Sua turma, assim como toda a escola, é bem dividida, em gangues e etnias, tendo assim, então, muitas confusões e brigas violentas. Mesmo um pouco decepcionada ao descobrir o desinteresse dos alunos pela aula, ela não desiste de tentar superar as barreiras ali encontradas. A professora G, como também era chamada pelos alunos, começa a utilizar características comuns às vidas deles para lhes ensinar a matéria, fazendo com que eles se interessem um pouco mais. Também faz algumas atividades que acabam tocando suas consciências.
Uma das metas de Erin era que seus alunos lessem “O Diário de Anne Frank” e que, após a leitura, fizessem seu próprio diário, contando tudo que quisessem: seus sentimentos, pensamentos, o que já havia se passado na vida deles, o que sonhavam. Ao ler seus diários, Erin apenas reforçou sua decisão de não desistir de seus alunos. Quando soube que a escola não emprestaria os livros aos alunos, arrumou um segundo emprego para poder comprar os livros para sua turma. Sem nenhum apoio da diretoria da escola ou de outros professores, resolveu agir sozinha, começando um terceiro emprego, para tentar conseguir dinheiro para viagens que ela queria fazer com os alunos por que eles nunca tinham saído do bairro de onde viviam.
Depois de lerem O Diário de Anne Frank, a professora pediu, como trabalho sobre a leitura, que escrevessem uma carta para Miep Gies, a mulher que havia protegido Anne Frank, falando sobre o que acharam do livro. Os alunos, têm a ideia de realmente mandar estas cartas. Assim, eles mesmos arrumaram dinheiro para pagar todas as despesas que teriam. Foi estudando a história do holocausto que a turma 203 passou de grupos divididos para uma única família sem preconceitos, onde se sentiam bem e felizes. Por isso ficaram muito tristes ao saberem que Erin não ensinaria a terceira nem a quarta série, que teriam outros professores.
Por acharem que acabariam voltando a serem como eram antes, insistiram com autoridades da educação que a professora recebesse permissão para continuar a dar aula para eles. O que conseguiram, após muito esforço. Erin doou-se a conquistar seu objetivo pessoal, a melhora na qualidade ensino e nas relações entre professor e aluno, mudando a vida de todos, levando algum significado para eles do por que eles existiam.

Anônimo disse...

Aluna: Josinês Maria Soares
N° 24 Data:23/06/2013
Série:1° ano Turma: A
Disciplina: Direito e Legislação
Resenha do filme Escritores da liberdade


O filme Escritores da Liberdade conta a história real de uma professora em início de carreira. Muito idealista, ela se prontificou para dar aula para uma turma problemática composta por membros de gangues em sua maioria jovens recém saídos de reformatórios.
O choque cultural se dá logo na primeira aula. Impossível conseguir a atenção dos jovens baderneiros e tentando ensinar a Ilíada de Homero ela se dá conta do abismo que separa aqueles jovens dos demais estudantes do colégio.
O cenário é desolador, os alunos se dividem em gangues e tem como filosofia de vida a sobrevivência num mundo cada vez mais cruel e desigual. A missão da professora é mostrar aos alunos que existem sim outras possibilidades de vida que não incluam ir para a cadeia ou ser morto por uma gangue rival.
É importante notar que a realidade mostrada no filme guarda muitas semelhanças com o que acontece no Brasil. Principalmente quando o que se fala é em desigualdade de oportunidades. Há uma sensação de que todos os retratados no filme já nasceram condenados pelo sistema. Basta ir à periferia de qualquer cidade brasileira para constatar o mesmo.
O filme não fala talvez porque venha de Hollywood, mas a verdade é que por trás de tanta desigualdade de oportunidades não esteja apenas o mérito, ou a falta dele. Mas sim de um sistema que foi feito para privilegiar poucos e manter alienada a maioria das pessoas: o capitalismo.
O filme é emocionante sim. Descrever a vitória de quem estava condenado ao fracasso é sempre bom, mas não podemos nos iludir e deixar de ver o que está por detrás dos acontecimentos, e, o que os filmes deixam de mostrar sempre é mais importante do que o que eles fazem questão de mostrar.

Aleciani leal disse...

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Anônimo disse...

NOME: ANA CRISTINA P. SILVA N°08 1°LOG A



ESCRITORES DA LIBERDADE


Esse filme nos mostra que acreditar em nossos sonhos e objetivos vale a pena, independente da opinião dos outros. Que conhecer as pessoas por completo e de coração aberto realmente faz a diferença.
A professora Enin Gruwell, recém formada, decidiu lecionar numa escola com integração racial e cultural, q passava por vários transtornos por isso, mas ela nem se importou, chegou com boas idéias e vontade pra ensinar. Ficou com a sala dos “excluídos”, dos “rebeldes”, alunos que os próprios professores diziam que com sorte terminariam o ensino médio, ou seja, ninguém acreditava no potencial deles.
Diferente de todo o sistema educacional, sociedade e sua família, ela acreditou neles e aos poucos foi ganhando a confiança, atenção e respeito deles, conheceu a cada um, suas histórias de vida, investiu neles financeiramente e culturalmente, integrou eles na sociedade, mostrou que no mundo em que viviam e da maneira que vivia que não teriam um futuro diferente da cadeia ou morte, como muitos amigos que eles mesmo perderam com as guerras de gangues, mostrou o mundo como é realmente, apresentou pessoas sobreviventes de guerras, de holocaustos, a mulher que escondeu Anne Frank, que contaram suas historias de vida.
Enin Gruwell venceu todos os contra tempos que teve, a falta de apoio do seu marido, da própria instituição, que nem livros cediam a esses alunos, por dizer que eram caros e eles não cuidariam, mas ela não desistiu e foi bem sucedida, conseguiu ser a professora deles por todo o ensino médio, tornaram-se uma família, e diferente do que diziam, eles provaram ser capazes e interessados e todos concluíram seus estudos.
Para nós, fica a lição de acreditar, investir e ter atitude na busca da realização de nossos objetivos e sonhos, independente do que falem, vale a pena se dedicar ao ser humano ainda, e é satisfatório se sentir realizado na vida em fazer o que se gosta e ainda fazer o bem ao próximo.

Anônimo disse...

TUDIN IGUAL!

Aline Oliveira disse...

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Anônimo disse...

MONICA RUBIANE PRESTES PEREIRA, Nº 45

Escritores da Liberdade

Em uma escola no bairro Londebit, a nova professora Erin Gruwell começa dar aula para jovens que vieram de reformatórios e que já cometeram algo considerado crime, jovens que são obrigados a irem assistir aula. Eles vivem em meios de gangues, lutam todos os dias para enfrentar violência, vandalismo, preconceitos, desinteresse das suas famílias, eles veem que outras pessoas fecham os olhos para eles, sem dar a mínima do que cada um passa em suas vidas, considerando- os como “marginais”.
A professora acredita que pode ensinar a eles terem outra visão do mundo, na educação de toda a turma e que pode e que podem muito mais do que imaginam, com atitudes novas, ela dedica todo seu tempo aos alunos, mostra que podem fazer toda a diferença. Com livros de historias conhecidas sobre gangues que deixaram mensagens aos jovens, eles se identificam lendo os livros e mudam seus modos de comportamentos. Eles escrevem suas historias em diários que foram publicados.
Pessoas possuem histórias diferentes, porem, sentem necessidades iguais uma das outras, devemos respeitar ao próximo independente de qual for a escolha de cada um escolhe, não devemos diferenciar uns aos outros e sim ajudar –nos no que for possível.

Anônimo disse...

ALUNA:PATRÍCIA PILAR – Nº48 - TURMA: 1º RH
DISCIPLINA:DIREITO E LEGISLAÇÃO DO TRABALHO

Erin Gruwell, ou Srª G. professora da turma 203, jovens vindos de gangues, cor, origem, etnia.
Em seu 1ºdia de aula, Erin chegou com grandes expectativas, com uma visão de que estaria dando aulas para alunos com ideais formados,mas encontrou o contrario de todo seu sonho de momento, deixando-lhe de início frustrada, viu que todos aqueles jovem eram vistos pela sociedade como os “sem futuro”, sem perspectivas de resultados de melhoria, os problemáticos e eles também não a viram com bons olhos, pois ela era branca, de classe média alta, vista como uma representante do domínio dos brancos dos Estados Unidos, e não a aceitaram bem.
Ela não desacredita, e começa a sua “luta”,e com o passar dos dias os seus alunos deixam nascer dentro deles o estímulo de poder olhar ao seu redor e enxergar que as coisas não aconteciam apenas com eles , não era somente eles que se escondiam do medo de encontrar alguém de sua família ou amigos mortos ou eles próprios morrerem, mas que muitas outras pessoas de outros lugares também passaram e passam por esse tipo de situação.
Mesmo sem algum incentivo algum da direção da Instituição, ela buscou através da leitura a maneira mais simples de ajudar seus alunos, ofereceu livros que pudesse mostrar o que eles não enxergavam ou mesmo não acreditasse que existia fora das vidas deles.Juntamente com o livro O Diário de Anne Frank, ela deu também um diário para cada um dos jovens para que ali eles contassem o que acontecia em suas vidas, todos os dias, fatos simples ou mesmos os mais tristes, isso foi uma forma de lhes mostrar que podem mudar suas vidas, de que são capazes de fazer a diferença, assim com as histórias de cada dia vivido por Anne Frank, uma mulher refugiada.
Foi com tal atitude da Srª G.faz que cada aluno exponha para fora de si os fantasmas da discriminação, medo, preconceitos e exclusões.
Srª G. conseguiu mostrar que os “monstros” que os tornavam prisioneiros os afastava das conquistas, dos sonhos , da dignidade que cada ser humano tem direito.


*Somos muitas vezes egoístas a uma pequena parte da sociedade pobre de sonhos,fechando os olhos a um simples desejo do ser humano, o direito de ter direitos e ter deveres, o direito a saber escrever seu próprio nome, tornando isso um “ponta pé” inicial para saber que ao escrever seu próprio nome pode também mudar seu futuro, e de toda uma geração que vive na sombra da exclusão e preconceitos.

Anônimo disse...

Nome: Mara Poliana Domingues n° 38 Turma: 1° A RH

Escritores da Liberdade

O filme “Escritores da Liberdade” nos mostra os ideais de uma professora recém-formada a procura de fazer a diferença em sua profissão. Motivada por seus ideais, aceita o cargo de professora em uma “turma problema”, com a tarefa de ensinar adolescentes negros,rebeldes e envolvidos com gangues a Língua Inglesa e Literatura.
No começo a relação da professora com os alunos não foi muito boa. A professora é descriminadas por eles,mesmo assim ela não desiste e resolve adotar novos métodos de ensino,mesmo não contando com o apoio da direção da escola ela acredita que há possibilidades de superar todos aqueles problemas existentes. Para isso cria um projeto de leitura e escrita, iniciada com o livro “O diário de Anne Frank" em que os alunos poderão registrar em cadernos o que quiserem sobre suas vidas que ajuda a ela a conhecer cada um deles. E com isso ela consegue fazer com que os alunos se libertem de seus medos, aflições e inseguranças, mostrando-os que o preconceito pode afetar a todos independente da sua cor, da pele, da origem e religião.

Critica:

Esta realidade está presente em nossa sociedade, no mundo. Os jovens estão com as mentes travadas pelos terrores causados por estas circunstâncias e por não acreditarem mais em si mesmo e até por acharem que ninguém acredita, eles acabam praticando o mal. Até que num momento alguém os desperta novamente para o mundo, os que fazem sentir especiais, capazes e acreditarem nas mudanças.

Anônimo disse...

Aluno: Seiki Pablo Miguel nº.: 36 1º. A Log.

Resenha de Escritores da Liberdade

Em um lugar dos Estados Unidos há lutas para domínio de espaço entre raças, negros, asiáticos e latinos disputam território para tráficos de drogas. Deixando violência, mortes e desordem social imperarem sobre o bairro.
Uma professora recém chegada à escola desse bairro começa a lecionar e enfrenta as dificuldades de raça na sua sala de aula. Dificuldades em que a sociedade convive, brigas entre alunos e desrespeito ao professor faz a professora adota medidas que vão contra a realidade anormal do lugar, deixando a professora mal vista pelos alunos no inicio de suas decisões, a mistura de alunos negros com asiáticos e latinos desmancha os grupos de suas raças dentro da sala de aula.
Esses alunos que passaram por situações adversas devido a sua realidade, traumatizados a ponto de se fecharem para uma vida diferente, saídos de reformatórios, presídios e até sobre liberdade condicional compõem essa sala de aula em que a professora com esforço faz ficar um território neutro em brigas de raças.
Passado um tempo os alunos se conhecem uns aos outros e passam a respeitar-se, incluindo sua professora que vinha lutando para abrir os olhos de seus alunos para a cruel realidade em que vivem. A professora vendo progresso em seu trabalho na sala de aula fica motivada a continuar com seu bom resultado e tenta envolver mais a escola, o que não deu muito certo. Ao tentar contar com o apoio da escola se vê diante da falta de interesse e egoísmo dos colegas professores e descaso da diretora da escola que de sua forma acham fazer um excelente trabalho.
Forçada a encontrar outra maneira de conseguir apoio em sua metodologia ela vai conversa com o reitor da escola passando em cima de algumas hierarquias da escola, o que causa intriga entre a diretora da escola e a professora. Esse trabalho q a professora vem fazendo envolve muito seu tempo, sem contar com o apoio da diretora ela passa a conversas com o reitor, isso toma mais ainda seu tempo, já que a reitoria não esta na escola em que ensina.
Quase sem tempo para a vida particular ela começa a enfrentar problemas com seu marido e se separam por causa de seu trabalho. Problemas pessoais, de seus alunos e profissionais surgem devido a sua profissão. Ela persiste em seu caminho árduo, pois vê nele a mudança dos seus alunos e de uma sociedade melhor.
Conseguindo ficar os quatro anos de sua turma ela com o pensamento de passar adiante a experiência sua e de seus alunos pede para seus alunos escreverem um diário de seu dia a dia. Os alunos conseguem desabafar seus problemas pessoais no diário e a professora passa, a saber, seus problemas íntimos. Sendo assim ela se envolve mais com seus alunos e os ajuda a tomar decisões certas em suas vidas. Fazendo esses alunos seguirem a diante mesmo que custem caro suas decisões, mas só assim eles poderiam mudar a realidade em que viviam e como grandes exemplos de vidas que eles tiveram durante seus tempos de estudos na escola.
Com esforços a professora forma os alunos conseguindo tudo que ela tinha almejado para sua classe, foi homenageado por seus alunos que tem eterna gratidão e em um livro publicado pela professora do tempo em que os alunos fizeram um diário, o livro “escritores da liberdade” descreve as suas vidas no tempo em que se formaram.

Anônimo disse...

Aluno: Seiki Pablo Miguel nº.: 36 1º. A Log.

Resenha de Escritores da Liberdade

Em um lugar dos Estados Unidos há lutas para domínio de espaço entre raças, negros, asiáticos e latinos disputam território para tráficos de drogas. Deixando violência, mortes e desordem social imperarem sobre o bairro.
Uma professora recém chegada à escola desse bairro começa a lecionar e enfrenta as dificuldades de raça na sua sala de aula. Dificuldades em que a sociedade convive, brigas entre alunos e desrespeito ao professor faz a professora adota medidas que vão contra a realidade anormal do lugar, deixando a professora mal vista pelos alunos no inicio de suas decisões, a mistura de alunos negros com asiáticos e latinos desmancha os grupos de suas raças dentro da sala de aula.
Esses alunos que passaram por situações adversas devido a sua realidade, traumatizados a ponto de se fecharem para uma vida diferente, saídos de reformatórios, presídios e até sobre liberdade condicional compõem essa sala de aula em que a professora com esforço faz ficar um território neutro em brigas de raças.
Passado um tempo os alunos se conhecem uns aos outros e passam a respeitar-se, incluindo sua professora que vinha lutando para abrir os olhos de seus alunos para a cruel realidade em que vivem. A professora vendo progresso em seu trabalho na sala de aula fica motivada a continuar com seu bom resultado e tenta envolver mais a escola, o que não deu muito certo. Ao tentar contar com o apoio da escola se vê diante da falta de interesse e egoísmo dos colegas professores e descaso da diretora da escola que de sua forma acham fazer um excelente trabalho.
Forçada a encontrar outra maneira de conseguir apoio em sua metodologia ela vai conversa com o reitor da escola passando em cima de algumas hierarquias da escola, o que causa intriga entre a diretora da escola e a professora. Esse trabalho q a professora vem fazendo envolve muito seu tempo, sem contar com o apoio da diretora ela passa a conversas com o reitor, isso toma mais ainda seu tempo, já que a reitoria não esta na escola em que ensina.
Quase sem tempo para a vida particular ela começa a enfrentar problemas com seu marido e se separam por causa de seu trabalho. Problemas pessoais, de seus alunos e profissionais surgem devido a sua profissão. Ela persiste em seu caminho árduo, pois vê nele a mudança dos seus alunos e de uma sociedade melhor.
Conseguindo ficar os quatro anos de sua turma ela com o pensamento de passar adiante a experiência sua e de seus alunos pede para seus alunos escreverem um diário de seu dia a dia. Os alunos conseguem desabafar seus problemas pessoais no diário e a professora passa, a saber, seus problemas íntimos. Sendo assim ela se envolve mais com seus alunos e os ajuda a tomar decisões certas em suas vidas. Fazendo esses alunos seguirem a diante mesmo que custem caro suas decisões, mas só assim eles poderiam mudar a realidade em que viviam e como grandes exemplos de vidas que eles tiveram durante seus tempos de estudos na escola.
Com esforços a professora forma os alunos conseguindo tudo que ela tinha almejado para sua classe, foi homenageado por seus alunos que tem eterna gratidão e em um livro publicado pela professora do tempo em que os alunos fizeram um diário, o livro “escritores da liberdade” descreve as suas vidas no tempo em que se formaram.

Anônimo disse...

gostei :)

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